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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ritos Finais


RITOS FINAIS

Oração Pós comunhão
Após a comunhão, segue-se a Ação de Graças. Depois o sacerdote professa uma oração de agradecimento a Deus pelo momento de intensa união da Assembleia com Jesus através da Eucaristia.
Aos coroinhas: ao término da comunhão, o sacerdote purifica as âmbulas e as patenas utilizadas. Deve-se, com muito cuidado, retirar esses objetos do altar e colocá-los na credencia. Por fim, leva-se a água contida na galheta para a purificação do cálice pelo sacerdote.

Benção final 

Despedimo-nos recebendo a benção de Deus através do sacerdote, e após esta benção começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações.

Liturgia Eucarística


LITURGIA EUCARÍSTICA

Vem a seguir o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício de Jesus. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da Transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho, mas nestas substâncias agora se encontram o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Procissão das oferendas (Ofertório)

As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus. Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. O celebrante lava as mãos, essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.
Aos coroinhas: este é um momento muito importante no trabalho dos coroinhas, requerendo o máximo de atenção e respeito. Primeiro se leva para o sacerdote (pondo sobre o altar no lado direito) o cálice contendo a hóstia e as âmbulas contendas as hóstias menores (partículas) que serão consagradas. Esta é a apresentação do pão. Depois se leva para o sacerdote o vinho e a água contidos nas galhetas, sendo que os dois coroinhas devem se apresentar ao celebrante e voltar a credencia juntos. Esta é a apresentação do vinho. Por fim, lava-se a mão do celebrante no lavabo, terminando com uma vênia para o sacerdote.
Oração sobre as oferendas
O celebrante convida a assembleia a orar a Deus para que Ele aceite o nosso sacrifício: “Orai, irmãos e irmãs, par que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai Todo-Poderoso”. A assembleia proclama:“Receba ó Senhor por tuas mãos (o padre) este sacrifício, para glória do seu nome (Deus), para nosso bem e de toda a Santa Igreja”. Sendo assim, confiamos nosso sacrifício nas mãos do sacerdote. Em seguida, o sacerdote eleva as mãos e ora sobre o pão e o vinho ofertando-os a Deus.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
Inicia-se com o prefácio que é um hino de "abertura" que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo “Corações ao alto”! É um hino que proclama a Santidade de Deus e dá graças ao Senhor.
Santo

O final do Prefácio termina com a aclamação: Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.

Consagração do pão e vinho


O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo. Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Senhor fez na última Ceia, pronuncia as mesmas palavras de Jesus e o pão se torna o próprio Corpo de Cristo. O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar. Em seguida o celebrante recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos e pronuncia novamente as mesmas palavras de Jesus e o vinho se torna o próprio Sangue de Cristo. Novamente o sacerdote faz uma genuflexão para adorar Jesus sobre o altar. Então se cumpre a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.
"EIS O MISTÉRIO DA FÉ". Estamos diante do Mistério de Deus. 
Aos coroinhas: Durante a consagração deve se tocar o sino ou sineta para simbolizar que Cristo está presente ente nós. Toca-se uma vez quando o sacerdote invoca o Espírito Santo sobre as oferendas, três vezes (ou continuamente) quando o sacerdote eleva a hóstia consagrada e uma vez quando ele faz a genuflexão. Repete-se o mesmo esquema para o cálice.

Orações pela igreja 

A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja triunfante.

Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.

A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de Deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles. Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos. Finalmente, pedimos por nós mesmos como "povo santo e pecador".

Por Cristo, com Cristo e em Cristo 

Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.
RITO DA COMUNHÃO
Pai nosso 

Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai-Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos. Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante. Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. Após o Pai Nosso na Missa não se diz amém, pois a oração seguinte é continuação. Esta oração feita pelo sacerdote é mais um momento de limpeza espiritual para nos preparar para receber o Corpo e Sangue de Jesus: “Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo Salvador.”

A paz
Após o Pai-Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. A paz é um dom de Deus. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição. Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.

Fração do pão 

O celebrante parte da hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão.

Cordeiro de Deus 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "cordeiro de Deus". Os fiéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.
Aos coroinhas: deve-se preparar as âmbulas e as patenas para o momento da comunhão. Colocar as âmbulas vazias sobre o altar de acordo com a necessidade e igualmente ao número total de âmbulas distribuir as patenas. Os coroinhas que recebem a patena devem se posicionar na parte lateral do presbitério ou esperar os ministros já na parte de baixo.

Comunhão 

A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como Mistério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna. À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo.

Liturgia da Palavra


LITURGIA DA PALAVRA

Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância, pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como "Povo de Deus".
Aos coroinhasneste momento deve-se sentar somente quando o celebrante sentar.

Primeira leitura 
A Primeira Leitura geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.

Salmo responsorial

Salmo Responsorial antecede a segunda leitura, é a nossa resposta a Deus pelo que foi dito na primeira leitura. Ajuda-nos a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.

Segunda leitura

A Segunda Leitura é tirada das Cartas, Atos ou Apocalipse. As cartas são dirigidas a uma comunidade e a todos nós.

Canto de aclamação ao Evangelho

Terminada a Segunda Leitura, vem a aclamação ao Santo Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que vem nos falar.

Evangelho

Toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar "dividida" com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar.

O Evangelho é retirado de um dos quatro Evangelhos da Bíblia: Mateus, Marcos, Lucas e João.
Aos coroinhas: deve-se levantar somente quando o celebrante levantar.

Homilia
 
É a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico. Na homilia o sacerdote "atualiza o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje". Ele explica as leituras. É o próprio Jesus quem nos fala e nos convida a abrir nossos corações ao seu amor. Reflitamos sobre Suas palavras e respondamos colocando-as em prática em nossa vida.

Profissão de fé

Em seguida, os fiéis se levantam e recitam o Credo. Nessa oração professamos a fé do nosso Batismo.

A fé é à base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.

Oração da comunidade (Oração dos fiéis)
 
Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.

Ritos Iniciais


RITOS INICIAIS 


Procissão de Entrada

Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.

Aos coroinhas: na procissão de entrada, os coroinhas devem entrar de par em par, caminhar sempre de forma regular e realizar a devida reverência ao chegar no presbitério.

Saudação

O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz com a expressão "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. Iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.

Ato penitencial

O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, com arrependimento sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.

Hino de louvor

O Glória é um hino de louvor à Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. No Glória (um dos primeiros cânticos de louvor da Igreja), entramos no louvor de Jesus diante do Pai, e a oração dele torna-se nossa. Quando louvamos, reconhecemos o Senhor como criador e Seu contínuo envolvimento ativo em nossas vidas.

Oração Inicial

O A oração é seguida de uma pausa, este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.

Missa parte a parte - Introdução


Missa parte a parte - Introdução
O roteiro da Santa Missa é muito simples. Trata-se de duas liturgias que são partes integrantes da mesma celebração: a liturgia da palavra e a liturgia eucarística. A liturgia da palavra é precedida pelos ritos iniciais, e a liturgia eucarística é seguida pelos ritos finais.
Ritos Iniciais
  • Procissão de entrada
  • Saudação
  • Ato penitencial
  • Hino de Louvor
  • Oração Inicial
Liturgia da palavra
  • Primeira Leitura
  • Salmo Responsorial
  • Segunda Leitura
  • Aclamação ao Evangelho
  • Proclamação do Evangelho
  • Homilia
  • Profissão de fé
  • Oração dos fiéis (preces)
Liturgia Eucarística
  • Apresentação das oferendas (ofertório)
  • Oração sobre as oferendas
  • Oração Eucarística: Prefácio; Santo; invocação do Espírito Santo sobre as oferendas (epíclese); consagração (narrativa da instituição da eucaristia); memorial e oferecimento da Igreja; intercessões; doxologia (Por Cristo, com Cristo e em Cristo).
  • Pai-Nosso
  • Paz
  • Fração do pão
  • Cordeiro de Deus
  • Comunhão
Ritos Finais
  • Oração pós comunhão
  • Bênção final